terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Fecho de 2009


Fechamos o ano de 2009 sob signo da crise. E com aquela sensação de que 2010 não será melhor. O stock encontra-se ligeiramente acima do que tínhamos em igual período do ano passado. Sobe ligeiramente no branco, mas não esqueça de lhe somar o mosto branco.

Perdemos vendas, é certo, e porém menos do que se temia no início do ano. No branco estivemos 7% abaixo do ano passado e no tinto a queda foi maior, 15%. Prudência com o rosado: vemos muitos produtores a lançarem rosés, mas os números não indicam que este segmento esteja a crescer por aí além.


O terceiro quadro mostra-nos os produtos de que raramente falamos: as aguardentes e o espumante. Este tem vindo a crescer, em 2009 estagnando um pouco, mas a linha geral tem sido crescente. Porém são pous mais de 100.000 litros, não é nenhum lago. É encorajante porém ver que alguns destes espumantes são muito bem valorizados.

O mercado das aguardentes, pelo contrário, revela muito pouco dinamismo: a vínico desce e a bagaceira estabilizou, muito em baixo.

Itálico
OS NÚMEROS DA NIELSEN


Curiosamente melhores notícias vêm da Nielsen, cujos gráficos, lamento mas não posso reproduzir aqui. Os números da Nielsen, divulgados anualmente em Dezembro numa reunião pública realizada em Lisboa na CAP revelam que establizamos nos 19,7% de quota de mercado. Os colegas do Alenejo voltam a descer, pelo terceiro ano, agora em 33,6%. Em terceiro lugar encontramos o vinho de mesa que, com 17,3% cresce e assim inverte a tendência ed decréscimo que vinha experimentando há uma década.

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