segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Vinho Verde: o fecho de 2013 nas vendas

Fechamos o ano com o branco, que representa quase a toalidade do nosso negócio, práticamente estável, a aumentar 3,5%. Sem ser fabuloso, é um bom resultado num ciclo económico muito difícil. Claramente o aumento foi na exportação, publicarei dentro de dias, pois o mercado nacional esteve muito difícil.

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No quadro seguinte observamos os restantes segmentos cuja evolução não surpreende face ao que fomos observando ao longo do ano. O tinto estável, o rosado mantém um crescimento muito sustentado e que ainda não deu sinais de se esgotar e o Alvarinho bem como o Loureiro a perderem posição. Nestes últimos admito que haja uma penalização por serem vinhos sobretudo de mercado interno e por isso mais penalizados pelo preço naturalmente mais elevado que apresentam.

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O quadro seguinte é novo e merece boa reflexão. O que vemos aqui são as vendas de IG Minho: Note que tomamos em conta apenas o engarrafado pois no IG há um volume razoável de granel vendido à porta que aqui desvirtuaria o resultado se não fosse expurgado.

Claramente o que se destaca é o branco. A justificação para este aumento é simples e relaciona-se sobretudo com os Alvarinho-Loureiro e Alvarinho-Trajadura que estão cada vez mais presentes no mercado. Não vejo que seja uma tendência sazonal ou a abrandar tão cedo. A ponderar.

Em textos futuros abordarei esta questão, mas aqui ficam os graficos para análise.


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O próximo quadro apresenta as vendas dos espumantes com duas realidades bem distintas. Na base temos os espumantes de Vinho Verde, produzidos por método clássico. As vendas apresentam ligeiros aumentos ou reduções em alguns segmentos mas representam em geral uma realidade que não se tem alterado há vários anos. A linha que se destaca é a do espumante IG Minho produzido por método Charmat


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