segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Vendas em Novembro

Estamos a terminar um ano que nos pode e deve encher de orgulho. Isto por um motivo simples. É que temos um mercado nacional dificílimo, onde perdemos vendas, mas fomos buscar à exportação o mercado de que precisávamos. O Vinho Verde sempre foi um vinho exportador mas em 2014 estamos a afirmar isto como talvez nunca antes o tivéssemos feito: o país atravessa grandes dificuldades no retalho alimentar e no meio disto nós aumentamos vendas. Começo a acreditar que bem antes do fim da década vamos chegar aos 50% de exportação.


As vendas de branco crescem sustentadamente, embora sem que justifiquem grande foguetório. Esta linha suporta-se sobretudo na exportação, como verá, e sobretudo no primeiro semestre, sendo que o segundo foi mais discreto.

A verdade porém é que estamos a trabalhar com um stock baixíssimo: à boca da vindima praticamente não havia vinho, pelo que pouco mais se poderia ter vendido.


No tinto e rosado, o mapa que já vínhamos assistindo. O tinto sem grande alteração e o rosado continua a crescer de forma admirável. A continuar assim, mais dois anos e vendemos tanto rosado como tinto.

No plano de actividades para 2015 temos um projecto para questionar e repensar o tinto. E não é nada cedo para o fazermos.


Nos restantes segmentos, nada de novo face aos meses anteriores: aumentamos vendas em todos os produtos.

O Loureiro afirma-se, é a casta com maior encepamento na região, e o varietal mais vendido e segue de vento em popa. O Alvarinho cresce. Cresce no DO, no IG e cresce no Minho branco, que aqui não aparece identificado mas no qual grande parte são os lotes de Loureiro-Alvarinho e Trajadura Alvarinho.

Todos este segmentos crescem, todos crescem mais do que o VV branco do primeiro mapa e todos tem um PVP médio superior aquele. Bons sinais pois, a região ganha valor num ano em que não tem volume para vender.

Terça-feira, exportações: um aumento de 15% para o melhor ano de sempre.

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