sábado, 16 de janeiro de 2016

As vendas no fecho do ano ( III ): as castas

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Dispensa grandes comentários este quadro que, a meu ver, se pode resumir numa só ideia: Loureiro e Alvarinho afirmam-se como marcas com valor reconhecido pelo cliente. Um dos assuntos que temos debatido é a segmentação da oferta da região. Se o VV de lote é a entrada de gama, quais são os segmentos de valor ? o cliente diz-nos claramente que são as castas, em particular estas duas.

Loureiro e Alvarinho são hoje expressões reconhecidas e valorizadas pelo cliente. Mais do que qualquer das sub-regiões. E já não é pouco vinho. São quase cinco milhões de litros/ano nas duas castas, tendo em conta que o Alvarinho IG será gradualmente convertido em DO.

E, note, não se inclui neste mapa os vinhos de duas castas como Loureiro/Alvarinho e Trajadura/Alvarinho que tem uma presença e potencial comercial muito fortes e que obviamente permitem negócios de volume muito mais interessantes do que os vinhos de uma só casta.

São pois boas notícias, o cliente indica-nos claramente um segmento de valor. Há que lhe dar resposta.

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